terça-feira, 14 de setembro de 2010

Coisas de Karol

Não ousaria eu, falar do que não sei,
do que nada sei, nem sei dizer.
eu digo do que meus olhos trazem a mim,
o que o tempo me permitiu descobrir
ainda que a discordar
um olhar numca é igual ao outro enfim.
Eu vejo uma desconfiança,
num olhar de criança, que vibra no seio do braço seguro.
eu vejo uma fortaleza, tão bem disfarçada,
que guarda com palavras o mais precioso sentimento.
eu vejo o teu sorriso, um sorriso lindo,
que mostra uma menina, muleka e uma mulher...
que se mostra tão forte, tão firme, quando triste;
imagem que me mostra alguem que sabe o que quer, passivel das duvidas tambem,
e dos medos que a vida nos traz.
Vejo mais ainda tua sede de vencer, vontade de crescer, o sonho de ser livre;
como um passaro, que pode voar e pousar, ao seu belprazer,
onde seu coração mandar, brotar e florescer.
Além de tudo, eu vejo karol,
aquela que não conheço,
a de que nada sei, nem sei dizer;
essa é a que ainda virá, a que ainda se fará,
em tempos e tempos, a um para cada um ser.
Chegara mais um tempo,
e que se faça bom e fiel a ti o mesmo,
feliz, intenso e verdadeiro,
que os freios e os medos, te faça um ser inteiro,
completo em seu mundo de giz,
onde o quadro-negro é teu palco, para interpretar a vida que sempre quiz.

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